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Balança Comercial

Frango e suíno impulsionam crescimento de 7% nas exportações da primeira semana de maio

Aumento nas vendas de produtos básicos, como soja em grãos, milho em grãos, carne de frango e suína foi de 17%

Frango e suíno impulsionam crescimento de 7% nas exportações da primeira semana de maio

Na primeira semana de maio, com quatro dias úteis, a balança comercial teve superávit de US$ 997 milhões, resultado de exportações no valor de US$ 3,582 bilhões e importações de US$ 2,586 bilhões. No ano, as exportações somam US$ 71,722 bilhões e as importações, US$ 49,355 bilhões, com saldo positivo de US$ 22,367 bilhões.

Nas exportações, comparadas as médias da primeira semana de maio (US$ 895,6 milhões) com a de maio do ano passado (US$ 836,6 milhões), houve crescimento de 7%, em razão do aumento nas vendas de produtos básicos (+17,1% por conta, principalmente, de minério de ferro, soja em grãos, minério de cobre, milho em grãos, carne de frango e suína) e semimanufaturados (+11,9% causado por celulose, semimanufaturados de ferro e aço, ferro-ligas, couros e peles, madeira serrada ou fendida).

Já as vendas de produtos manufaturados tiveram queda, no período (-6,8% em função de aviões, tubos flexíveis de ferro e aço, torneiras e válvulas, etanol, suco de laranja não congelado, gasolina). Em relação a abril deste ano, pela média, houve retração de 8,9%, em virtude da queda nas vendas de produtos manufaturados (-13,7%) e básicos (-7,5%), enquanto que cresceram as vendas de produtos semimanufaturados (+3,6%).

Nas importações, a média diária da primeira semana de maio (US$ 646,4 milhões), ficou 21,9% acima da média de maio do ano passado (US$ 530,3 milhões). Cresceram os gastos, principalmente, com bebidas e álcool (+473,7%), cereais e produtos da indústria da moagem (+114,8%), combustíveis e lubrificantes (+66,1%), siderúrgicos (+63,5%) e equipamentos eletroeletrônicos (+38,2%). Ante abril de 2017, houve crescimento nas importações de 8,6%, pelos aumentos em bebidas e álcool (+171,4%), siderúrgicos (+52,8%), cereais e produtos da indústria da moagem (+44,5%), químicos orgânicos e inorgânicos (+25,3%) e equipamentos mecânicos (+8%).