Revista Digital
Edições digitais de
Avicultura Industrial
Deste a edição 1200, a revista mais completa destinada à avicultura do setor apresenta sua versão digital.

Informações completas do setor avícola que podem ser visualizadas através de celulares, smartphones, tablets e computadores em qualquer parte do mundo.
E-mail:
Senha:
Esqueci minha senha

Notícias

Tamanho da FonteDiminuir FonteAumentar Fonte
 

Os marrecos dos Quandt

Terça-feira, 10 de Outubro de 2006, 09:40:00Outras Aves

Redação (10/10/06) - Na região do Quiriri, em Joinville (SC), a família Quandt planta banana, cria suínos, galinhas, bois e, especialmente, marrecos. Possui cerca de 40, que estão sempre juntos. Os maiores, de 60 dias, destacam-se pela cor branca das penas, contrastando com as galinhas escuras que dividem o mesmo espaço. Eles andam por todo o pátio, sempre perto da casa. Ficam ali porque podem ser beneficiados com algum alimento extra que geralmente é jogado pelas mãos da mulher do agricultor, dona Edeltraut, 56 anos.



Os filhotes de marrecos também encantam o produtor Álvaro Quandt. Os novos, de 10 dias, têm a cor amarela. Quando o agricultor quer pegar algum é uma correria atrás das aves, mas ele quase não se cansa. Assim que um está garantido nos seus braços, o destino dele é quase sempre a panela. A criação da família é praticamente toda vendida em restaurantes da região, a amigos e parentes. O preço da ave varia. Quem quiser o marreco pronto para levar ao fogo paga R$ R$ 7,50 o quilo. O bicho vivo sai por R$ 5. Álvaro diz que o custo para manter os marrecos é alto. Mas continua com a criação porque a sua propriedade virou uma referência nesse tipo de atividade na região e segue uma tradição familiar.



Nos fins de semana ou em datas especiais, a parentada lota a casa, construída na década de 1950, para saborear o sempre bem comentado marreco recheado da dona Edeltraut. É ela que, na maioria das vezes, assume a função de fazer a matança e chega a limpar entre 40 e 50 aves por mês. Como não tem criação suficiente para atender à demanda, Álvaro compra filhotes da escola agrícola situada em Araquari. Ele apenas se encarrega da engorda das aves. As cinco matrizes que possui ajudam a aumentar o plantel. Mas Álvaro reclama que as marrecas não são boas chocadeiras como as patas e galinhas. Elas ficam poucos dias chocando. As galinhas é que fazem a função de mãe nos 28 dias que levam para o filhote sair do ovo, explica do agricultor.



 



 



 

Fonte:  Diário Catarinense
Voltar