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Exportação

Acordo com os EUA permitirá abrir outros mercados, diz Temer

Portal Brasil
02-Ago-2016 08:50 - Atualizado em 02/08/2016 09:08

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Presidente em exercício, Michel Temer, com os ministros José Serra e Blairo Maggi durante a cerimônia (Foto:Marcos Corrêa/PR)
O Brasil passará, oficialmente a partir desta segunda-feira (01/08), a exportar carne in natura para os Estados Unidos. A cerimônia que marca a abertura do mercado norte-americano para os produtores do Brasil ocorreu no Palácio do Planalto, e contou com a participação do presidente em exercício, Michel Temer, além dos ministros das Relações Exteriores, José Serra, e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi.

Durante o evento, Temer lembrou a importância simbólica do acordo para o Brasil, uma vez que alguns mercados internacionais só aceitam produtos que tenham acesso sanitário e fitossanitário aos Estados Unidos. “Esse trabalho ajuda a abrir o mercado de outras praças”, frisou.

O presidente em exercício lembrou ainda que, ao aumentar as exportações, será possível gerar emprego e renda para os brasileiros. “Nesses 80 dias [de governo] fomos resolvendo tudo, de modo que o Blairo [ministro da Agricultura) vem dar o exemplo desse governo que não para”, afirmou Temer.

“Um governo que quer a repacificação do País, quer a volta da civilidade e, especialmente, gerar crescimento e um dos primeiros direitos sociais, que é o emprego”, argumentou o presidente.

Esse acordo tem potencial de aumentar as receitas dos exportadores em US$ 900 milhões por ano.

Exportações brasileiras

Durante o evento, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, afirmou que esse acordo é parte de um movimento para aumentar a participação do Brasil nas exportações mundiais – o objetivo dele é elevar esse percentual de 7% para 10% em cinco anos, disse.

 “O que estamos fazendo é muito mais que mandar alguns milhares de toneladas de carnes para os Estados Unidos. Esse é um caminho e uma avenida larga que estamos explorando”, afirmou. 

Também presente no evento, o ministro das Relações Exteriores, José Serra, reforçou a dificuldade de se chegar a um consenso sobre o tema, uma vez que negociação se arrastava por 17 anos. Agora, segundo ele, o País terá mais condições para negociar a abertura de outros mercados.

“Estive no México, que aplica restrições semelhantes a dos Estados Unidos, e agora temos mais argumentos para diminuir essa restrição”, afirmou.

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