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Avicultura brasileira ultrapassa a China no ranking de produtores mundiais; veja no Anuário 2022 da AI

As exportações também cresceram e atingiram um montante recorde neste ano; mesmo com bons resultados, o setor produtivo sofreu com os altos custos, impulsionados pelos preços de milho e farelo de soja, energia, combustíveis e insumos importados

Redação AI
09-Dez-2021 10:00

A avicultura brasileira irá fechar 2021 com números recordes de produção e de exportação. O país deve atingir uma marca superior a 14 milhões de toneladas de carne de frango, o que irá representar um aumento estimado em 3,5% em relação ao ano passado. Com este montante, muito provavelmente a avicultura do país passará a ser a segundo do mundo, ultrapassando a chinesa e ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

Em termos de exportações, o Brasil já lidera o comércio mundial. Mesmo assim, a expectativa é fechar o ano com 4,500 milhões de toneladas embarcadas, volume 7,5% superior em relação a 2020. Esta quantidade também irá representar um novo recorde ao país, que irá registrar o seu maior volume já embarcado. O mercado chinês continua a ser o grande destino do produto nacional, absorvendo boa parte destas vendas.

Os recordes, no entanto, não podem mascarar os desafios vividos pelo setor, que enfrentou custos elevadíssimos ao longo do ano. Os altos preços do milho e farelo de soja impactaram a rentabilidade de produtores e agroindústrias, principalmente as que não atuam com exportação. O câmbio elevado, com a extrema desvalorização do real, também encareceu inúmeros insumos e outros ingredientes e produtos aplicados na fabricação de produtos veterinários, premix e núcleos para ração.

A economia, que neste ano até terá certo crescimento, também vive situações como alta de desemprego e queda de renda. A inflação dos alimentos pode impactar no consumo e altas como a dos combustíveis também agregam maiores custos para toda a cadeia produtiva de aves.

Por outro lado, cooperativas e agroindústrias retomaram os seus investimentos em modernização, expansão e/ou novas unidades. Sinal de que há expectativas positivas de melhoria no cenário econômico interno e no contínuo crescimento das exportações, buscando atender as demandas em países da Ásia, principalmente. Mas, terão de estar atentas aos temas sanidade, sustentabilidade e bem-estar animal. Estes sim, verdadeiros drivers para o futuro da avicultura, e do agronegócio do país.

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