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09-Ago-2019 09:09 - Atualizado em 13/08/2019 08:33
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DESTAQUES - Avanço das exportações de carne e a PSA na Europa

O resumo semanal das principais notícias dos portais Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial

As exportações de carne de frango in natura somaram US$ 3,69 bilhões de janeiro a julho de 2019, registrando uma variação positiva de 12,5%. Em volume foram embarcadas mais de  2,2 milhões de toneladas no período, com variação também positiva de 5%. Os dados são do Ministério da Economia. O bom desempenho das exportações mantem a carne de frango na quinta posição no Ranking nas Exportações Totais de janeiro a julho, correspondendo a 2,84% do total. Já no ranking das exportações de produtos básicos a proteína ocupa a quarta posição.

Enquanto isso, praticamente a metade da carne suína brasileira exportada teve a China e Hong Kong como destino no acumulado de 2019. Enquanto o primeiro responde por 33% da participação, a região autônoma chinesa importa 16% da proteína brasileira. Entre janeiro e julho deste ano, as exportações de carne suína cresceram 30,4%, totalizando US$ 774,57 milhões. Foram remessadas ao exterior mais de 362.800 toneladas ao longo do período.

E falando em suinocultura, os preços do suíno vivo voltaram ao mesmo patamar de março nos principais estados produtores do país. A maior retração no valor do animal, nos últimos dez dias, ocorreu no Paraná. No estado, o preço passou de R$ 4,93, do último dia 25 de julho, para R$ 3,92 nesta semana. Ou seja, uma queda de 20,5%, apontam os dados da Associação Paranaense de Suinocultores (APS).

E a Peste Suína Africana tem se espalhado também pela Europa, chegando com força agora à Rússia. E as medidas para conter a doença geraram protestos ainda na Bulgária, outro país afetado. Após o ministério da Agricultura local impor o abate de todos os suínos num raio de 20km das áreas afetadas pela PSA produtores de suínos domésticos da região de Parvomai iniciaram um protesto contra a medida. Eles dizem que estão mais distantes do local e bloquearam estradas na região.

O México confirmou mais quatro casos de Influenza Aviária Altamente Patogênica (IAAP), o vírus é da variante H7N3. Desde março de 2019 já foram reportados 22 casos da doença em oito estados mexicanos. Conforme os relatórios divulgados pela Organização Mundial para Saúde Animal (OIE) as aves infectadas foram identificadas em duas criações de quintal nos estados de Vera Cruz e Guanajuato, e também em planteis comerciais em Queretaro.

Redação AI/SI
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