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DESTAQUES - Os preços do frango e do suíno na China; exportações suínas em alta

Um resumo das principais notícias dos portais Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial

Anderson Oliveira | Redação
15-Jan-2021 09:50 - Atualizado em 15/01/2021 12:11

 

Após um fraco desempenho ao longo de 2020, os preços do frango na China se recuperaram ligeiramente no final do ano, refletindo o movimento sazonal e as substituições de carne suína. Já agora em janeiro, os preços das aves vivas estão em média 4% acima de dezembro e 28% maiores em relação ao mesmo mês no ano anterior. No entanto, a demanda no restante do primeiro trimestre estará sob pressão, já que medidas de quarentena rígidas são implementadas e as escolas fecham mais cedo do que o normal. As informações são de um relatório sobre o mercado chinês, divulgado nesta semana pelo Rabobank.

Os preços do suíno vivo na China registraram alta de 14% de dezembro do ano passado a janeiro de 2021, conforme o relatório do Rabobank. As altas ocorrem mesmo após o país asiático liberar grandes estoques de carne suína congelada de suas reservas.

De acordo com o banco holandês, esse cenário reflete a forte demanda sazonal e também a oferta restrita de carne suína no mercado mundial. O Rabobank avalia que os preços já entraram em um ciclo de queda no quarto trimestre de 2020. Ainda assim, os preços médios durante 2021 ainda serão de 50% a 60% mais altos do que o nível dos anos normais. Isso permitirá que os criadores de suínos em escala obtenham bons lucros em 2021.

E as exportações brasileiras de carne suína nos primeiros dias do ano começaram em ritmo acelerado. Em comparação com a média diária de janeiro do ano passado, os embarques foram quase 58% maiores. Foram embarcadas 21,25 mil toneladas nos cinco primeiros dias do ano, o que equivale a 4,25 mil toneladas diárias. Em janeiro de 2020, o total foi de 59,22 mil toneladas, ou 2,7 mil toneladas diárias.

O aumento em valores monetários no começo desse ano, no entanto, foi de 45%, o que é menor que o avanço dos embarques. Ou seja, apesar de exportar maior volume de carnes, as receitas são menores. Isso porque, em janeiro de 2020, a tonelada da carne suína custava US$ 2.571,6. Já nos primeiros meses do ano, a média foi de US$ 2.330.

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