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29-Nov-2019 09:48 - Atualizado em 29/11/2019 10:37
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DESTAQUES: PSA, exportações e o avanço no preço da carne

Um resumo das principais notícias da semana nos portais Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial

De acordo com o novo relatório divulgado OIE, no período de 08 a 21 de novembro, 2.536 novos surtos de Peste Suína Africana foram notificados. O total de surtos contínuos de PSA em todo o mundo é agora 11.676.  Neste período 25  países reportaram novos focos sendo 13 deles europeus. A Europa notificou 180 surtos, 26 em suínos e 154 em javalis.

Começando pelo mercado interno, os preços do suíno vivo registrou nova alta na última semana. No mercado independente paulista  chegaram a R$ 6,13, conforme a última definição das Bolsas de Suínos. Nos estados de Minas Gerais e Goiás, os preços atingiram os R$ 6,00 na quinta-feira passada. Em apenas uma semana os preços do quilo do suíno vivo avançaram 30 centavos nos estados do Paraná e do Rio Grande do Sul. De acordo Acsurs, animal vivo agora é cotado a R$ 5,44. Antes, o quilo custava R$ 5,14. A valorização no período foi de 5,84%, conforme a entidade regional.

Já nas exportações. Na parcial de novembro, com 15 dias úteis, os embarques de carne suína in natura somam US$ 79,9 milhões. O preço pago por tonelada embarcada que na semana passada era de US$ 2386,65, foi para US$ 2.402,5 na quarta semana do mês. Na comparação com outubro a média de preço é 1,6% maior e 29,7% maior que o valor pago no mês de novembro de 2018.

Na avicultura, os embarques seguem fracos no mês de novembro. Na parcial de novembro, com 15 dias úteis, as exportações de carne de frango in natura somam US$ 285,58 milhões. O preço pago por tonelada embarcada está em US$ 1587,41, 0,1% menor que o valor pago em outubro e 1,3% maior que o valor pago no mês de novembro de 2018. Em volume, nessas quatro semanas do mês foram remessadas ao exterior 179,9 mil toneladas, uma média diária de 12 mil toneladas, 11,6% a menos que a média no mês outubro. Já na comparação com novembro de 2018 a média diária sofreu um recuo ainda maior chegando a 19%.

A Cooperativa Central Unitá já começou a carregar o primeiro lote de 20 contêineres, que será enviado para a China no início do mês de dezembro. Entre os principais volumes de produtos que são embalados com a marca Copacol para a China, se destacam as asas e os pés de frango. Principal comprador- Atualmente este mercado é o principal país comprador de aves da cooperativa, que terá neste início de parceria um volume de 2 mil toneladas exportadas por mês. Com a habilitação da Unitá, a expectativa é que a Copacol destine 25% de todo o seu volume exportado para China.

Com a suspensão da proibição de carnes americanas pela China, que estava em vigor desde 2015, o Serviço de Inspeção e Segurança alimentar publicou uma lista com 172 planta frigoríficas de aves aptas a exportar ao país asiático. A liberação já havia sido anunciada anteriormente como parte das negociações comerciais entre os dois países, mas ainda não havia sido oficializada. Como parte do acordo com Washington, Pequim está se comprometendo em aumentar as compras de produtos agrícolas.

Redação AI/SI
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