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08-Mar-2019 08:54
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DESTAQUES - Valorização nos preços de suínos, frangos e ovos

Os portais da Avicultura Industrial e da Suinocultura Industrial resumem semanalmente as principais notícias do agronegócio brasileiro

No mês de fevereiro tanto o frango resfriado quanto os ovos tiveram valorização, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. No caso do frango inteiro resfriado, houve um ligeiro avanço de 0,6% referente ao mês de janeiro, registrando média de  quatro reais e trinta e quatro centavos o quilo no atacado da Grande São Paulo. Já na comparação com fevereiro de 2018 a valorização foi e de expressivos 35%. Já os preços dos ovos vermelhos e brancos, ambos negociados em Bastos (SP), registraram, em fevereiro, uma expressiva valorização. No mês passado, a caixa com 30 dúzias de ovos brancos tipo extra foi negociada em Bastos a setenta e nove reais e oitenta e quatro centavos, avanço de 42% frente à média do primeiro mês. Para o ovo vermelho tipo extra, a valorização foi ainda maior ficando em 51%, com média de R$ 102,48/cx.

Já as exportações de carne de frango fecharam o mês de fevereiro com 289,8 mil toneladas embarcadas. Com 20 dias úteis a média diária ficou em 14,5 mil toneladas, um crescimento de 22,3% em relação a janeiro. Mas na comparação com fevereiro de 2018 houve uma queda de 10,4%, visto que a média no período foi de 16,2 mil toneladas por dia.

Na suinocultura os embarques de carne suína fecharam o mês de fevereiro com  45,9 mil toneladas. Com 20 dias úteis a média diária ficou em 2,3 mil toneladas, um crescimento de 20% em relação a janeiro que obteve média de 1,9 mil toneladas. Já em comparação com fevereiro de 2018 o crescimento foi de 9,3%, visto que a média período foi de 2,1 mil toneladas por dia.

No mercado interno, os preços do suíno vivo seguem em recuperação na maior parte dos estados. Nesta semana, a Bolsa de Suínos catarinense apontou valorização de 3,31%, com o quilo do suíno passando de R$ 3,62 para R$ 3,74. Houve nova valorização também no Rio Grande do Sul, onde o quilo do suíno vivo chegou a R$ 3,83. Neste caso, houve avanço de 0,79% sobre o preço de R$ 3,80 da semana anterior. No Paraná, dados da Associação Paranaense de Suinocultores (APS) apontam para o preço de R$ 4,00 pelo quilo do animal vivo. Nas semanas anteriores, o valor era R$ 3,90. Uma valorização de 2,56%. E O estado de São Paulo, por sua vez, registrou valorização de 1,43% nesta semana. Em informativo, a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) divulgou o valor de até R$ 4,27 pelo quilo do suíno vivo.

E o Ministério da Agricultura do Japão alertou os produtores para a possibilidade de que a Peste Suína Africana desembarque no país. O temor aumentou após a doença se disseminar rapidamente por criações de suínos no Vietnã nos últimos dias. Com os novos surtos, Japão e Coreia do Sul se veem cercados pela disseminação do vírus, que atacou a Rússia em 2017 e, tem se espalhado desde o ano passado pela China, Mongólia e Taiwan – neste país, o vírus foi detectado em carcaças.

E a China vai simplificar o processo de importação de carnes brasileiras. De acordo com nota divulgada pelo Mapa, a autoridade sanitária chinesa aprovou novo formato de credenciamento de veterinários oficiais aptos a assinar Certificados Sanitários Internacionais (CSI). Com as novas regras, em vez de cada auditor fiscal federal agropecuário poder assinar apenas por um estabelecimento específico, será criada uma lista única de veterinários habilitados para emissão de certificados sanitários internacionais.

Redação AI/SI
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