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No Equador, preocupação dos produtores de carne pela escassez de matéria-prima

Pablo Zambrano, presidente da Câmara das Indústrias, afirmou que país tem déficit na produção de milho

Redação com informações de El Mercurio
18-Nov-2021 14:46

Aproximam-se as férias de dezembro, mês em que se produz o maior consumo de carnes no país, situação que preocupa ainda mais produtores que denunciam uma possível escassez de matéria-prima para a balanceada indústria de alimentos, vitais para a produção de frango, peru, porco e ovos.

Pablo Zambrano, presidente da Câmara das Indústrias, afirmou que o Equador é um país com déficit na produção de milho, por isso é necessária sua importação, processo que, segundo denunciado, estaria prestes a ser bloqueado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária, por alegada pressão da Assembleia Nacional. Soma-se a isso a crise de matérias-primas que existe no mundo.

“Queremos fazer um alerta público porque o setor de proteína animal no país está ameaçado e em sério risco, devido à pressão da Assembleia Nacional para que o Ministério da Agricultura e Pecuária cancele as autorizações (de importação) que nos foram dadas de forma legal”, pontuou.

Por outro lado, existem problemas de logística marítima em todo o mundo que dificultam e tornam mais caro o transporte de matéria-prima, a que se soma a especulação com o produto, que está fazendo com que o país tenha o milho mais caro da região. % superior ao do Peru e 40% superior ao da Colômbia.

“Isso, além de inviabilizar a concorrência com nossos vizinhos, nos torna suscetíveis ao contrabando”, alertou Pablo Zambrano, que pediu uma rápida intervenção do governo sobre o assunto.

Conforme explicado, das 1.171.878 toneladas de milho produzidas no país, 85% são destinadas à produção de alimentos balanceados, porém, esses 15%, o que equivale a 225.935 toneladas, significa um déficit que deve ser sanado com a importação do produto.

Ainda hoje já haveria déficit, pois, segundo os industriais, o setor precisará, até abril de 2022, de 606 mil toneladas, e a quantidade disponível, com a safra de outubro, chega a apenas 308 mil toneladas. 

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