Guia Gessulli
04-Jul-2019 10:58
Reciclagem Animal

Secretaria de Defesa Agropecuária discute destinação de carcaças de animais mortos em propriedades

O principal debate ficou em cima do processamento em indústria de reciclagem animal, como as entidades enxergam a coleta, transporte e processamento e a destinação do produto final

Em  reunião convocada pelo Secretário de Defesa Agropecuária do MAPA, José Guilherme Leal, que teve como  pauta a regulamentação da destinação dos produtos finais da transformação de animais mortos nas propriedades, foram ouvidas as entidades  sobre  as possibilidades de destinação ambientalmente correta dos animais que morrem em propriedades.

O principal debate ficou em cima do processamento em indústria de reciclagem animal, como as entidades enxergam a coleta, transporte e processamento e a destinação do produto final (farinhas e gorduras).

O diretor do DSA  Geraldo Marcos de Moraes fez uma apresentação sobre todo o histórico neste processo na tentativa de regulamentar a destinação de animais mortos nas propriedades.

O   Secretário deixou claro que o ponto principal de discussão é se poderá ser destinado, este produto final (farinhas e gorduras), para alimentação animal.

Já foram criados três grupos no MAPA e até esse momento não existe um posicionamento técnico decisivo para finalizar a regulamentação.  A ABRA reafirmou o seu posicionamento de 2017, a  reciclagem animal  só   se torna viável, como solução para o destino das carcaças de animais mortos,  se houver a possibilidade de entrar na cadeia de alimentação animal.

 A ABRA é favorável para que o recolhimento seja para aves e suínos reforçando a segurança sanitária em todo processo. É o que vem mostrando o projeto piloto que está sendo realizado em Santa Catarina,  coordenado pela Superintendência do Ministério da agricultura no estado e pela Cidasc.  

Participaram da reunião: o Presidente Executivo da ABRA, Decio Coutinho, o gestor de Mercado Externo Juliano Hoffmann e o gestor de Mercado Interno Marcell Porto e Castro junto com  entidades como Sindirações, Abinpet, CNA, ABIEC e  ABPA.  O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento deve colocar a regulamentação para consulta pública, ainda vão ser definidos os prazos.

Redação
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